quinta-feira, 13 de julho de 2017

Áudio mostra discussão entre general e juiz barrado durante operação em presídio no AC - Associação Nacional dos Magistrados Estaduais disse que vai tomar medidas 'cabíveis'. Operação fez varredura em presídio de Cruzeiro do Sul.


Juiz Hugo Torquato (à esquerda) e general tiveram discussão durante operação em Cruzeiro do Sul (Foto: G1 e Reprodução/Rede Amazônica Acre )


Um áudio divulgado pela Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages) mostra o diálogo, em tom alterado, entre o general José Eduardo Leal de Oliveira, comandante da 17ª Brigada de infantaria de Selva, e o juiz titular da Vara de Execuções Penais de Cruzeiro do Sul, Hugo Torquato. O juiz foi impedido de acompanhar a Operação Thaumaturgo, que fez uma varredura no presídio Manoel Neri, na última terça-feira (11).
O áudio começa no momento em que o juiz vai ao encontro do general questionar o motivo de ter sido barrado por um dos militares do Exército e recebe uma resposta atravessada. Ao G1, a assessoria do Exército informou que "tem o caso como encerrado".“Essa é uma operação federal, o senhor esteve aqui, eu fui educado com o senhor e expliquei que essa é uma atividade federal, uma operação de GLO [Garantia da Lei e da Ordem] aonde eu devo zelar pela tropa que está aqui dentro. O senhor solicitou a mim para acompanhar e eu disse que o senhor não poderia acompanhar. O senhor se dirigiu ao local da operação com ordem de quem?”, questiona o general.Diante da pergunta do general, o juiz responde: “Com ordem de ninguém, eu sou juiz. E o senhor impediu a minha entrada”.O general, que está acompanhado de outras pessoas, continua afirmando que por se tratar de uma operação federal, o juiz não tem permissão para participar da ação."É uma atividade federal, cujo responsável sou eu. A partir do momento que eu piso no presídio, sou responsável por essa área até que eu devolva ao Estado. Isso é uma solicitação do governo do estado amparado em um decreto presidencial”, diz o general.Um outro militar que acompanha a discussão, interrompe os dois e diz: “Essa operação não tem nada a ver com lei de execução penal. Entendo que o senhor está afastado dessa jurisdição. Há uma intervenção militar aqui. O senhor quer acompanhar o quê?”.
O juiz insiste e diz que não há impedimento legal para que ele deixe de acompanhar a operação.“Não estamos em estado de sítio, a autoridade do Poder Judiciário não está suspensa. Isso pra mim é gravíssimo. É uma pena tratar o Judiciário assim, com absoluto desdém. Me sinto muito desrespeitado”, diz.A Associação dos Magistrados do Acre (Amac) e a Associação Nacional dos Magistrados Estaduais lamentaram o episódio.O presidente da Anamages considerou “inconcebível que o ocorrido represente a posição oficial do Exército brasileiro” e afirmou que Associação vai tomar as medidas cabíveis “para que haja um perfeito esclarecimento sobre a conduta do responsável pela ação”.Juiz Hugo Torquato (à esquerda) e general tiveram discussão durante operação em Cruzeiro do Sul  (Foto: G1 e Reprodução/Rede Amazônica Acre )Juiz Hugo Torquato (à esquerda) e general tiveram discussão durante operação em Cruzeiro do Sul  (Foto: G1 e Reprodução/Rede Amazônica Acre )

http://g1.globo.com/ac/cruzeiro-do-sul-regiao/noticia/audio-mostra-discussao-entre-general-e-juiz-barrado-durante-operacao-em-presidio-no-ac.ghtml


Olha só essa situação!
Detentos do Presídio de Cruzeiro do Sul no Acre, fizeram motim, queimaram colchões, tocaram o horror na unidade prisional.
O estado chamou a PM e a PC para "tentar" resolver o problema acompanhados logicamente pela justiça e Direitos Humanos. Resultado? não conseguiram resolver o problema, talvez justamente por causa desse "pequeno" empecilho, justiça e DH que estão mais interessados em "preservar" os direitos dos vagabundos do que da sociedade.

Pois bem! O estado, não satisfeito, resolveu chamar o EXÉRCITO BRASILEIRO. O exército Comandado pelo General José Eduardo interveio e começou a operação de varredura ao presídio. A justiça e os DH sob direção do Juiz Torquato, acostumados a sempre darem "carteirada" na PM, PC, BM etc, sob o pretexto de protegerem a integridade física de vagabundos, resolveu fazer o mesmo com o General de Exército. Resultado? FORAM BARRADOS 👏👏👏
O General lhes disse que "após" varredura e volta do reestabelecimento da lei e da ordem no Presídio, liberaria a entrada da justiça e dos DH.
Como resultado da operação o Exército Brasileiro conseguiu encontrar 400 objetos cortantes, 97 perfurantes, 31 barras de ferro, além de dois celulares.
Presídio voltou à normalidade, a justiça e os DH que adoram atrapalhar os trabalhos dos segmentos de Segurança não conseguiram seu intento, foram BARRADOS, e o país bate palmas para a ação do nosso glorioso EXÉRCITO BRASILEIRO.
Agora veja essa! O juiz e os DH não satisfeitos c a atitude corretíssima do General, resolveram juntar forças com a mídia falando contra o general.
APOIO POLICIAL

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