segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Justiça Federal quebra sigilo de 11 investigados no caso Alstom Juiz determinou acesso a dados bancários e fiscais de 1997 a 2000. Alvos da medida são investigados por suposta ligação com propinas.

A Justiça Federal de São Paulo determinou a quebra do sigilo bancário e fiscal de 11 pessoas investigadas em um suposto esquema de propinas da Alstom para funcionários públicos. A empresa francesa é suspeita de pagar para obter benefícios em contratos. O objetivo da quebra de sigilo é apontar se os suspeitos têm conta no exterior.

O Ministério Publico Federal (MPF) investiga negociações suspeitas ocorridas entre a empresa e o governo paulista, sobretudo a partir de 1998, quando o estado era governado por Mário Covas, do PSDB. O primeiro resultado das investigações foi o indiciamento de 11 pessoas investigadas, inclusive secretários de estado à época (veja reportagem do Jornal Nacional).

A quebra do sigilo autorizada pela Justiça abrange o período de 1997 a 2000. A informação foi divulgada na manhã desta segunda-feira (30) pelo site do jornal "O Estado de S. Paulo". A decisão da Justiça é de 27 de agosto e foi endereçada tanto à Receita Federal quanto ao Banco Central.
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ENTENDA O CASO ALSTOM
INVESTIGAÇÃO NO EXTERIOR
Em 2007, o Ministério Público de Paris abriu  investigação contra a Alstom para apurar suspeita de pagamento de subornos para conseguir contratos no exterior, principalmente na América do Sul e na Ásia.
Em maio de 2008, a justiça da Suíça confirmou a abertura de investigação sobre os supostos subornos.
INQUÉRITO NO BRASIL
Investigação da PF apurou suspeitas de pagamento de propina para funcionários do governo paulista, sobretudo a partir de 1998.
SUSPEITAS
PF diz ter localizado indícios de que houve suborno para obter contratos com a estatal de energia, CPTM e Metrô.
INDICIAMENTO
Agosto de 2012 - Onze pessoas foram indiciadas. Denúncia à Justiça não foi feita pelo MPF, que apontou precisar de mais dados. Foram apontados os crimes de formação de quadrilha, evasão de divisas, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
QUEBRA DE SIGILO
27 de agosto de 2013 - Justiça Federal pediu quebra de sigilo fiscal e bancário de todos os indiciados. Além disso, pediu ajuda da embaixada francesa para localizar dois suspeitos de comandar o esquema.
De acordo com a decisão judicial, foi determinada a quebra do sigilo também das empresas vinculadas aos investigados.
Em outro pedido, a Justiça Federal solicitou à Embaixada da França no Brasil informações sobre dois suspeitos de comandar o pagamento de propinas pelo grupo Alstom: Phillippe Jaffré e Pierre Chazot. Há suspeitas de que Jaffré tenha morrido e, neste caso, o magistrado pede que a morte seja informada.

A Justiça determinou a quebra de sigilo de Andréa Matarazzo (atual vereador do PSDB e ex-secretário de energia), Eduardo José Bernini, Henrique Fingerman, Jean Marie Marcel Jackie Lannelongue, Jean Pierre Charles Antoine Coulardon, Jonio Kahan Foigel, José Geraldo Villas Boas, Romeu Pinto Júnior, Sabino Indelicato, Thierry Charles Lopez de Arias e Jorge Fagali Neto, (ex-presidente do Metrô).

G1 busca contato com todos os citados. Anteriormente, Fagali Neto negou irregularidades.
O advogado do vereador Andrea Matarazzo, Antonio Claudio Mariz de Oliveira, diz que a decisão não pode ser entendida como quebra de sigilo.  "Na verdade, o que ele está pedindo são informações sobre a existência em nome deles ou não de conta bancária lá fora. Não está determinando a quebra de sigilo bancário, nada disso. O ofício  que o cartório mandou decorrente desse despacho vem dito que houve quebra do sigilo bancário para esse fim. O despacho não fala em quebra de sigilo bancário",  disse o advogado.
"Ele (Matarazzo) foi envolvido porque ocupou a secretaria por um certo período. E nem ocupou a secretaria no período integral das investigações. Eu creio que por essa razão o nome dele foi referido", disse o defensor de Matarazzo.
A advogada de Eduardo José Bernini e Henrique Fingerman, Carla Domênico, afirma que a quebra de sigilo de seus clientes já foi tomada nos autos e o que houve agora foi um complemento ao qual ainda não chegaram as respostas.
"Não há absolutamente nada em todo o inquérito policial que demonstre qualquer irregularidade por parte do senhor Eduardo Bernini, nem essas quebras passadas, absolutamente nenhum depoimento ou qualquer elemento do inquérito e o procedimento é sigiloso. A gente aguarda a conclusão do inquérito. O mesmo vale para o senhor Henrique Fingerman. Só existe demonstração de que eles tomaram todas as medidas necessárias à época."
Suspeita de pagamentos
Os pagamentos de propina teriam ocorrido para viabilizar contratos em diversas áreas, de acordo com investigação da Polícia Federal. Há suspeita de atuação em obras nas áreas de transportes, energia e abastecimento entre 1998 a 2001.
Um dos contratos suspeitos foi firmado com a então estatal de energia do estado, a EPTE. De acordo com o inquérito da Polícia Federal (PF), a irregularidade ocorreu porque a companhia obteve um crédito no banco francês Société Générale, de R$ 72,7 milhões, para adquirir equipamentos do grupo Alstom.
A PF ressalta que a contratação do crédito milionário foi feita sem licitação. E só foi possível porque a Alstom montou esquema de suborno para recompensar funcionários públicos pela aprovação do contrato.
De acordo com a PF, o esquema de pagamento usava pessoas com empresas no exterior que recebiam recursos do grupo Alstom "para depois repassá-los aos beneficiários finais, servidores públicos do governo do Estado de São Paulo, no primeiro semestre de 1998".
À época, o estado era governado por Mário Covas. Uma das contas, segundo o inquérito, era de Jorge Fagali Neto, ex-diretor financeiro dos Correios e ex-presidente do Metrô. A PF diz que naquela época, "embora fosse diretor financeiro dos Correios, há evidências de que ele tinha livre trânsito por todas as secretarias de estado".
A Polícia Federal afirma ainda que Jorge Fagali Neto "integrou o esquema de distribuição de valores para agentes públicos paulistas que ele mantinha conta não declarada no exterior e que ocultou a origem de valores recebidos em virtude de pagamento de propinas, também no exterior". Por isso, ele foi um dos indiciados.
Outra empresa no exterior apontada pela polícia como usada na lavagem do dinheiro da propina foi a MCA Uruguay, que  aparece no documento do Ministério Público Federal com quatro transações no valor de US$ 1 milhão e com demonstrativos de transferência. O dono da MCA, Romeu Pinto Junior, confessou à Polícia Federal ter servido de intermediário do pagamento de propinas a funcionários públicos paulistas a mando da Alstom e por meio da MCA".
Secretários
Em suas investigações apresentadas ao MPF, a Polícia Federal afirmou que Andrea Matarazzo, como secretário de energia e presidente do conselho administrativo da EPTE, tinha o pleno conhecimento de tudo. A investigação cita o depoimento do então presidente da EPTE, Henrique Fingermann. Ele declarou que o secretário Andrea Matarazzo tinha conhecimento de todos os procedimentos que levaram à assinatura do contrato de crédito com o banco Société Générale.
A Polícia Federal afirma que há indícios de que Matarazzo tenha se beneficiado juntamente com o partido político, o PSDB, das vantagens indevidas arquitetadas pelo grupo Alstom. E usa isso como argumento para indiciá-lo por corrupção passiva.
A Polícia Federal indiciou os dois ex-secretários e mais nove pessoas em agosto de 2012. O inquérito foi encaminhado para o Ministério Público Federal (MPF), mas a denúncia ficou parada porque o MPF considerou que era necessário obter mais informações sobre o caso.
Após o indiciamento, o advogado que representa a estatal EPTE, Pedro Iokoi, afirma que não conseguiu ter acesso ao inquérito da PF e que o crime prescreveu. O Ministério Público Federal considera que o crime de lavagem de dinheiro ainda não prescreveu.
O que dizem os suspeitos
Na ocasião em que o caso foi revelado, Andrea Matarazzo qualificou como um "disparate" ter seu nome ligado a supostos favorecimentos e disse que, no período em que foi secretário, não teve conhecimento, não discutiu nem assinou qualquer aditivo ou contrato que esteja sendo investigado.
Ele afirmou ainda que as atas das reuniões podem comprovar o fato. O ex-secretário de energia acrescentou que é com muita indignação e repulsa que vê o seu nome envolvido nas denúncias.
Segundo o ex-diretor dos Correios Jorge Fagali Neto, o Ministério Público nunca atribuiu a ele qualquer ato de violação à lei penal e que não interferiu em nenhuma das empresas citadas, nem celebrou contratos com a Alstom ou Siemens.

A empresa MCA Uruguay  e o então presidente da EPTE, Henrique Fingermann, não foram localizados.
À época, em nota, o PSDB declarou que repudia veementemente a tentativa de alguns setores de envolver, sem provas, o partido e seus quadros em casos de corrupção. O PSDB disse ainda que não compactua com a corrupção e espera que os casos sejam investigados e, se houver responsáveis, que eles sejam punidos.

Histórico no exterior
Em 7 de novembro de 2007, o Ministério Público de Paris abriu uma investigação contra a Alstom para apurar suspeita de pagamento de subornos para conseguir contratos no exterior, principalmente na América do Sul e na Ásia.
A justiça francesa foi alertada sobre o assunto em maio de 2007 pelas autoridades suíças, que descobriram em 2004 movimentações de fundos de "empresas fantasma" do grupo, através de um pequeno banco de Zurique.
Em maio de 2008, a justiça da Suíça confirmou a abertura de uma investigação sobre os supostos subornos da Alstom.
O pagamento a políticos brasileiros para viabilizar contratos teria sido feito através de uma empresa sediada no Uruguai. Comprovantes de transferência bancária mostram que a Alston transferiu US$ 550 mil para a empresa uruguaia Aranza.

O estresse é uma questão de preocupação e pode levar à doenças sérias

Por  
Acadêmica de Jornalismo do CEULP/ULBRA

O dia a dia tem é cada vez mais corrido, o tempo parece diminuir e os afazeres só aumentam. Trabalho, filhos, casa, cônjuge, igreja, tudo isso é somado ao nosso dia e muitas vezes, por sobrecarga de algumas áreas ou por não conseguir fazer as outras nos culpamos e ficamos estressados. O estresse para muitos é um dos “males do século” e pode levar à pressão alta, obesidade, doenças cardíacas, ansiedade e depressão. 
Atualmente, vivendo em cidades e enfrentando problemas bem diversos dos da selva, como pressões para atingir metas, o corpo continua preparando-nos para lutar ou fugir quando nos sentimos ameaçados. Segundo Salete Maria, 56 anos, empresária no ramo alimentício, o estresse em sua vida chegou ao limite quando começou a ter crises de pressão arterial e não encontravam motivos. " A sensação que eu tinha é que iria morrer, a pressão subia, nervos à flor da pele, cabeça doendo, eu não parava, era marido, casa, filhos, trabalho, fazia tudo praticamente só. Meus filhos e marido recebiam tudo pronto, comida, roupa passada e lavada, não tinha mais fins de semana, mas chegou um momento que ou eu mudava meu estilo de vida ou morreria, porque o estresse mata", ela conta. 
A rotina era muito cansativa: "Eu acordava às seis horas da manhã, fazia todas as compras para o meu restaurante, pois tinham coisas que teriam que ser compradas no dia, como as verduras e a carne. Eu sempre comprava tudo fresco, e tinha que ir cedo, caso contrário não encontrava mais nada como queria. Depois seguia para fazer o almoço, arrumar casa e cuidar dos filhos. Eu e meu esposo descobrimos que a única forma de descansarmos era vender o nosso restaurante e fazer algumas coisas em casa", relembra. Até que decidiu mudar. 
Hoje, dona Salete faz bolos, salgados e pães em casa, pois assim diminuiu o tempo para ir em busca dos ingredientes e tem mais tempo para a casa e filhos, além de cuidar da alimentação mais balanceada e fazer atividade física. "Minha vida mudou totalmente, nem se compara, hoje tenho qualidade de vida e posso cuidar mais das minhas coisas sem deixar de fazer o que eu gosto, que é cozinhar", fala contente.
"É bom lembrar que estresse todo mundo tem, mas até certo ponto" afirma a psicóloga Camila Siqueira. No dia-a-dia, situações diversas apresentam-se para as pessoas, que se adaptam a elas. É preciso ter estresse para poder viver. O problema é quando este se torna excessivo, quando supera a capacidade de adaptação da pessoa ou quando persiste por muito tempo,
Ninguém adoece, devido ao estresse, de um dia para o outro. E o próprio corpo avisa que as coisas não vão bem, basta prestar atenção. Alguns sintomas podem nos deixar em alerta, como a sensação de desgaste constante, alteração de sono, tensão muscular, formigamento, problemas de pele, hipertensão, mudança de apetite, alterações de humor, perda de interesse pelas coisas, problemas de atenção, concentração e memória, ansiedade e depressão. "Mas esses sintomas podem ser evitados se aliviadas as sobrecargas, como organizar bem a sua vida, comer de maneira saudável, investir em alimentos ricos em vitaminas B, como grãos de cereais, feijão, ervilha, nozes, fígado, ovos e produtos lácteos,dormir bem, pois o sono é o redutor de estresse natural mais importante" orienta a psicóloga.

Videogames podem ser usados para tratamento psicológico

Por  
Acadêmico de Jornalismo do CEULP/ULBRA

Quem nunca jogou videogame, pelo menos uma vez? Os consoles de games vêm evoluindo com os anos, mas não só os aparelhos, os jogos e o público também, com isso novas marcas surgem todos os dias. Atualmente, os videogames deixaram de ser algo apenas para meninos ou para homens solteiros que ainda moram com os pais.
O universo dos games afetou tudo e todos, além do que não se resumem a aparelhos conectados a um televisor, porém hoje as pessoas podem jogar de todo lugar, porque invadiram a internet – ou será que estão se aperfeiçoando neste lugar? – podendo ser jogados por várias pessoas em locais diferentes, sem contar os games em redes sociais e aparelhos celulares, smartphones, e tablets.
 A evolução dos videogames não fica apenas nisso. Tudo indica que deixaram de ser algo para crianças e já entraram no mundo dos estudos científicos em faculdades e universidades, “temos já diversos artigos científicos comprovando os efeitos positivos”, comenta Natan Brandão, pesquisador de videogames para a Fisioterapia que tem vários trabalhos apoiados pelos CAPES, CNPq e SBGames.
Os games além de entreter ajudam no raciocínio rápido, “meus sobrinhos tem 5 e 9 anos , os dois jogam direto comigo no PS3, e é nítido a evolução deles nos jogos de futebol, pois a prática leva a melhoria em questões de posicionamento e movimentos, e portanto o raciocínio lógico e coordenação motora” comenta Heli Junior, gamer assíduo. Sem contar o condicionamento físico, “já minha esposa é cristã e curte jogar o outro videogame que temos, o Nintendo WII, que utiliza bastante o movimento do corpo. Você vê que tentando repetir os movimentos da dança (o game Just Dance), Você acaba tendo melhor condicionamento físico e melhora a coordenação dos movimentos”, finaliza Heli.
Mas e para os fatores psicológicos?
Segundo professor de Sistema de Informação e Ciências da Computação do CEULP, o psicólogo Fabiano Fagundes, os games são potencializadores para estudos na Psicologia, pois “os videogames e a tecnologia em si, comumente (e erroneamente) vistos como responsáveis por vários tipos de transtornos psicológicos, passaram agora a ser encarados como fortes aliados no tratamento destes transtornos. É interessante observar que o jogo não tem somente a intenção de lidar com sinais e sintomas, mas também busca ensinar, esclarecer, enfim, possibilitar aos jogadores tornarem-se mais conscientes das dificuldades que enfrentarão e, através de desafios, aprender habilidades importantes para sua vida”, esclarece o docente.
Ainda em estudo, os games já são usados em tratamentos médicos e fisioterápicos, mas a novidade esta no tratamento de problemas psicológicos. Um grupo de pesquisadores do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp, em parceria com o departamento de Medicina Molecular da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG e com a Duke University, dos Estados Unidos, desenvolve um game que futuramente será parte importante no tratamento de pessoas com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade -TDAH.
O jogo usa a premissa que para combater o TDAH, o acompanhamento psicológico e o uso de remédios não são suficientes, e o game vai suprir o restante do tratamento, onde o paciente jogando vai aprender sobre o transtorno e conseguir controlar o “controle inibitório” – principal causador do problema – tudo isso enquanto se diverte e entretém.
O game intitulado “Project Neumann” está agora em fase de teste com voluntários com TDAH e se os resultados forem satisfatórios, o game será aperfeiçoado para trabalhar outros transtorno e doenças psicológicas.
Veja mais sobre o jogo.

Moradora do DF deixa carro aberto e encontra bilhete de homem que o fechou

São desses pequenos/grandes gestos no qual sempre nos referimos aqui no RPA!
A administradora Lívia Perdigão Kotama, 27 anos, passou por um episódio curioso nesta quinta-feira (26). Ela estacionou o carro, próximo ao anexo do Ministério da Saúde, no centro de Brasília, e esqueceu o veículo com os vidros abertos. Ao retornar para ir embora, Lívia se deparou com o carro fechado e um bilhete de um homem que fechou o automóvel.
O recado dizia: “Você esqueceu seu carro destrancado e com os vidros abertos. Tomei a liberdade e fechei tudo. Lucas”.
Feliz com a atitude do desconhecido, Lívia escreveu em seu perfil no Facebook: “Muito obrigada, Lucas. É por causa de gente como você que eu não desisti ainda de acreditar na humanidade. Boas ações estão ficando cada vez mais escassas”.

Concursos com Inscrições Abertas em 30/09/13 As vagas estão distribuídas em diversos estados do país. Os cargos vão do nível fundamental ao superior. O salário pode chegar até R$ 9.275,78, como na Prefeitura de Maringá (PR).

Chegamos ao fim de setembro com centenas de concursos que abriram inscrições e ofertaram milhares de vagas. Ainda temos três meses para o fim do ano e mais vagas ainda estão por vir. Talvez o concurso dos seus sonhos ainda não apareceu ou simplesmente você achou que não conseguiria. Mas não desista de alcançar seus ideias. Se tiver medo, vá com medo mesmo. Arrisque em mais de um concurso. Dedique-se que a recompensa virá.
Concursos com Inscrições Abertas em 30/09/13
Concursos com Inscrições Abertas em 30/09/13
Esta semana alguns órgãos ofertam vagas. Dentre eles, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu concurso público para 300 vagas de técnico em informações geográficas e estatísticas A I, da carreira de suporte técnico em produção e análise de informações geográficas e estatísticas a nível nacional. Os salários variam de R$ 2.813,10 a R$ 4.210,49 e é necessário ter ensino médio completo e carteira nacional de habilitação na categoria B. As vagas estão distribuídas em 277 municípios situados em quase todas as unidades da federação, exceto Distrito Federal.
O IBGE também oferece 120 vagas no Rio de Janeiro com salários que podem chegar a R$ 7.930,24.  A Prefeitura de Maringá (PR) oferta 31 vagas para todos os níveis de escolaridade, com salários que podem chegar a R$ 9.275,78. Em São Paulo, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) oferece 136 vagas em cargos de nível técnico e superior. Salários podem chegar a R$ 7.188,68.

ÓRGÃO
PRAZO
VAGAS
SALÁRIO MÁXIMO
EDITAL
IBGE [1]
24/10/2013
300
R$ 4.210,49
IBGE [2]
24/10/2013
120
R$ 7.930,24
Prefeitura de Pontes e Lacerda (MT)
29/10/2013
112
R$ 5.273,38
Prefeitura de Santa Rita de Cataguases (MG)
30/10/2013
58
R$ 8.710,10
Câmara Municipal de Alto Araguaia (MT)
20/10/2013
14
R$ 2.854,50
Prefeitura de Bragança Paulista (SP)
30/10/2013
164
R$ 3.984,33
Prefeitura de Maringá (PR)
21/10/2013
31
R$ 9.275,78
Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT)
01/11/2013
136
R$ 7.188,68
Instituto de Previdência dos Servidores do Estadode Minas Gerais
05/11/2013
792
R$ 2.674,12

GUEDES E QUINQUINHA BRIGAM NOS TRIBUNAIS - Justiça bloqueia bens do ex-prefeito em R$ 174,4 mil por suposta improbidade em realização da semana da cidade 2012

Adversários na política manguense, o deputado Paulo Guedes (D) e o ex-prefeito Quinquinha travam batalha nos tribunais
CONTEÚDO EXCLUSIVO (*)
A conhecida queda de braço entre o deputado Paulo Guedes (PT) e o ex-prefeito de Manga Quinquinha Oliveira (PPS) tem sequência em nova arena: as instâncias 1 e 2 dos tribunais. A juíza Roberta Sousa Alcântara, titular da Comarca de Manga, acatou liminar que denuncia suposta irregularidade praticada pelo ex-prefeito na realização da Semana da Cidade, em setembro do ano passado. A liminar é do dia 29 de agosto e corre em segredo de Justiça, mas este Em Tempo Real teve acesso à decisão. 

Segundo a denúncia, oferecida pelo município de Manga, agora sob o comando do petista e irmão do deputado Anastácio Guedes, houve irregularidades do contrato no valor de R$ 174,4 mil que a Prefeitura de Manga firmou com a microempresa de Wellington Borges Lisboa. A juíza Roberta Alcântara aduziu ser procedente a acusação de que foi ilegal a dispensa de licitação por inexigibilidade para a contratação das bandas Parangolé e Forró Black, além do cantor Silvano Salles e a dupla sertaneja Sérgio e Rodrigo. Os artistas se apresentaram durante a festa de aniversário da cidade no feriado de 7 de Setembro do ano passado. 

O Ministério Público se manifestou no processo pela concessão da medida liminar. A decisão colocou em indisponibilidade os bens móveis e imóveis do ex-prefeito e do empresário Wellington Borges até o limite do valor gasto com a festa. A liminar determina, ainda, a quebra do sigilo bancário do ex-prefeito Quinquinha Oliveira. A juíza acatou a argumentação da procuradora da Fazenda do município, Kelly Cristina de Moura Lacerda, de que a microempresa que atendeu a prefeitura não detinha exclusividade contratual com os artistas contratados. 

Mensalão Mineiro: Justiça condena ex-diretor do Banco Rural Na sentença o esquema julgado através da AP 470; "parece ter tido sua origem na experiência fraudulenta dos contratos de mútuos firmados em 1998"


A Justiça Federal em Belo Horizonte condenou o ex-diretor do Banco Rural, Nélio Brant Magalhães, pelos crimes de gestão fraudulenta e gestão temerária de instituição financeira. Ele deverá cumprir pena de 9 anos e 9 meses de reclusão, em regime fechado, e pagamento de 140 dias multa. O valor do dia multa foi estabelecido em 10 salários mínimos.
Os outros quatro réus, José Geraldo Dontal, Paulo Roberto Grossi, Caio Mário Álvares e Wellerson Antônio da Rocha, que compunham o Comitê de Crédito do banco, foram absolvidos.

A sentença foi proferida na Ação Penal nº 2008.38.00.034957-5, um dos desdobramentos do chamado mensalão mineiro.

Os réus foram denunciados pelo MPF em novembro de 2008 juntamente com outras 19 pessoas por crimes decorrentes do esquema criminoso que vigorou durante a campanha de reeleição de Eduardo Azeredo ao governo de Minas Gerais no ano de 1998.

Ao receber a denúncia, a Justiça Federal desmembrou o processo e instaurou seis ações penais: 2008.38.00.034961-6, 2008.38.00.034903-7, 2008.38.00.034955-8, 2008.38.00.034959-2, 2008.38.00.034953-0 e a AP 2008.38.00. 034957-5.

Na sentença, embora reconhecesse a ocorrência dos crimes, inclusive afirmando expressamente que pelo menos um dos contratos de mútuo foi “realmente empregado no custeio de despesas eleitorais realizadas na campanha de Eduardo Azeredo”, o juízo da 4ª Vara Federal absolveu os réus José Geraldo Dontal, Paulo Roberto Grossi, Wellerson Antônio da Rocha e Caio Mário Álvares sob o fundamento da inexistência de provas de autoria ou de participação nos fatos.

O MPF recorreu contra a absolvição alegando que existem provas nos autos que demonstram a participação dos denunciados, já que eles compunham o Comitê de Crédito responsável pela aprovação dos empréstimos.

A sentença reconheceu inclusive que os contratos “foram deferidos pelo Comitê de Crédito do Banco Rural às empresas DNA e SMP&B sem a exigência de garantias efetivas: contrárias aos pareceres técnicos, sem informações econômico-financeiras idôneas dos contratantes, sem observância da capacidade financeira dos avalistas e mormente pela existência de créditos não performados pelos devedores, o que acabou por afrontar os princípios da seletividade, garantia e liquidez, em manifesto desacordo com as normas de boa gestão e segurança bancária”.

Reconhecimento da existência do mensalão mineiro

O Juiz da 4ª Vara Federal de Belo Horizonte também assinalou que “os fatos narrados na denúncia subsumem-se completamente àqueles descritos na Ação Penal nº 470, tidos como atos de gestão fraudulenta. Mesmo que a fraude aqui narrada refira-se ao chamado Mensalão mineiro, não se pode dissociar as condutas dos dirigentes do Banco Rural neste esquema daquelas descritas no mensalão apurado no STF.

Isto porque, o que se nota na narrativa do MPF é que aquela instituição, desde 1998, por meio do mesmo modus operandi, concedeu empréstimos fraudulentos às empresas ligadas ao Sr.

Marcos Valério Fernandes de Souza, com vistas ao repasse de recursos a partidos políticos. Assim, a fraude aqui narrada não pode ser descontextualizada daquela descrita na Ação Penal nº 470, mesmo porque o esquema engendrado pelos acusados na Ação Penal nº 470 parece ter tido sua origem na experiência fraudulenta dos contratos de mútuos firmados em 1998. A diferença, caso existente, dá-se somente em relação aos destinatários dos empréstimos”.

O recurso do MPF, que também pediu aumento da pena imposta a Nélio Brant, será julgado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília/DF. As informações são da PGR-MG.