sábado, 26 de setembro de 2026

Lula vai apostar a eleição no Tigrinho...Vote 22 🇧🇷 💚 💛 💙Compartilhe!

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Nem a Petrobras escapou das interferências criminosas de Lulinha e sua turma. Agora, o filho de Lula e sua sócia Roberta Luchsimger são investigados pela atuação em um negócio da Unigel com a estatal. Houve tráfico de influência em todo oGoverno Federal.Lulinha fugiu para a Espanha, mas deveria estar preso e devolver o dinheiro roubado do povo pobre brasileiro.Precisamos acabar com essa justiça seletiva. Basta de impunidade!Vote 22 🇧🇷 💚 💛 💙Compartilhe!

Nem a Petrobras escapou das interferências criminosas de Lulinha e sua turma. Agora, o filho de Lula e sua sócia Roberta Luchsimger são investigados pela atuação em um negócio da Unigel com a estatal. Houve tráfico de influência em todo o
Governo Federal.

Lulinha fugiu para a Espanha, mas deveria estar preso e devolver o dinheiro roubado do povo pobre brasileiro.
Precisamos acabar com essa justiça seletiva. Basta de impunidade!

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Lula é o pai do tigrinho! @FlavioBolsonaro, @rogerio.smarinho e a oposição tentaram barrar os cassinos online, mas Lula e o PT derrubaram essa medida na Câmara e liberaram os jogos de azar, que endividam milhões de brasileiros. Agora, às vésperas das eleições, o governo do PT finge ser vítima do próprio crime. Deixe de mentir, Lula!Compartilhe!!!

Lula é o pai do tigrinho! @FlavioBolsonaro, @rogerio.smarinho e a oposição tentaram barrar os cassinos online, mas Lula e o PT derrubaram essa medida na Câmara e liberaram os jogos de azar, que endividam milhões de brasileiros. Agora, às vésperas das eleições, o governo do PT finge ser vítima do próprio crime. Deixe de mentir, Lula!

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Faltam só 15 dias para a eleição. E a escolha está na mão de cada brasileiro.O povo quer trabalhar, colocar comida dentro de casa e ter oportunidade de crescer. O Brasil precisa de emprego, renda e um futuro melhor para quem corre atrás todos os dias.Chega de miséria e de falta de oportunidade.Dia 4 de outubro, o Brasil vai às urnas para escolher o caminho que quer seguir. Para o Brasil vencer, é 22! 🇧🇷Vote 22 🇧🇷 💚 💛 💙Compartilhe!

Faltam só 15 dias para a eleição. E a escolha está na mão de cada brasileiro.

O povo quer trabalhar, colocar comida dentro de casa e ter oportunidade de crescer. O Brasil precisa de emprego, renda e um futuro melhor para quem corre atrás todos os dias.

Chega de miséria e de falta de oportunidade.

Dia 4 de outubro, o Brasil vai às urnas para escolher o caminho que quer seguir. Para o Brasil vencer, é 22! 🇧🇷

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O povo quer trabalhar, colocar comida dentro de casa e ter oportunidade de crescer. O Brasil precisa de emprego, renda e um futuro melhor para quem corre atrás todos os dias.

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Independência financeira é a porta da liberdade. Em 18 anos o governo, o PT criou um relacionamento abusivo com o cidadão, gerando dependência.Assim como uma mãe quer ver seus filhos prosperarem, o @flaviobolsonaro quer colocar o país no caminho da prosperidade. Para que empreender, estudar, trabalhar e se desenvolver seja o caminho natural da vida. O brasileiro merece voltar a sonhar! 🇧🇷Compartilhe!!!!

Independência financeira é a porta da liberdade. Em 18 anos o governo, o PT criou um relacionamento abusivo com o cidadão, gerando dependência.

Assim como uma mãe quer ver seus filhos prosperarem, o @flaviobolsonaro quer colocar o país no caminho da prosperidade. Para que empreender, estudar, trabalhar e se desenvolver seja o caminho natural da vida. O brasileiro merece voltar a sonhar! 🇧🇷

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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Caixa de EntradaSetembro Amarelo: Unimed-BH já realizou 65 mil triagens em saúde mentalBoa tarde. Tudo bem?Neste Setembro Amarelo, a Unimed-BH reforça a importância do acesso qualificado ao cuidado em saúde mental. A cooperativa desenvolveu uma jornada digital que já realizou cerca de 65 mil triagens e mais de 50 mil consultas. O modelo combina autotriagem, telemedicina, acompanhamento multiprofissional e coordenação do cuidado. As médicas Maria Angélica Rios, psiquiatra, e Helena Soares de Souza Santos, especialista em Medicina de Família e Comunidade, estão disponíveis para entrevistas. Segue o release completo abaixo. Abraços,Nathalia Setembro Amarelo reforça urgência de ampliar o cuidado com a saúde mentalJornada desenvolvida pela Unimed-BH para assistência em saúde mental combina triagem digital, acompanhamento multiprofissional e coordenação do cuidado. O mês de setembro, marcado pela campanha "Setembro Amarelo" de conscientização sobre saúde mental e valorização da vida, amplia o debate sobre um dos principais desafios da atualidade para a sociedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas convivem com algum transtorno mental no mundo, sendo a ansiedade e a depressão as condições mais prevalentes. Além dos impactos na qualidade de vida, esses transtornos também geram reflexos econômicos significativos, com perdas estimadas em US$ 1 trilhão por ano em produtividade global. Para a cooperada da Psiquiatria e membro da Saúde Digital da Unimed-BH, Maria Angélica Rios, o cenário exige atenção, mas também cuidado para que o sofrimento emocional não seja automaticamente associado a um transtorno. “Ansiedade, tristeza, luto, frustração e estresse fazem parte da experiência humana. A preocupação surge quando esses estados são persistentes, intensos ou começam a comprometer a vida pessoal, profissional, os relacionamentos ou o autocuidado”, explica. No Brasil, o tema ganhou ainda mais evidência com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passou a incluir expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). A mudança reforça a responsabilidade das organizações na identificação, avaliação e mitigação de fatores que possam contribuir para o adoecimento mental dos trabalhadores, como sobrecarga, pressão excessiva, assédio e falhas organizacionais.Para a médica cooperada Helena Soares de Souza Santos, especialista em Medicina de Família e Comunidade e membro da equipe de Saúde Digital da Unimed-BH, os fatores que contribuem para o adoecimento mental são múltiplos e envolvem aspectos biológicos, emocionais, sociais e relacionados ao trabalho. “Quando falamos em saúde mental, é importante lembrar que o cérebro coordena todo o funcionamento do corpo. Por isso, cuidar da saúde mental é também cuidar da saúde como um todo. Hoje, observamos que fatores como sobrecarga de trabalho, estresse crônico, dificuldades nos relacionamentos, isolamento social, insegurança financeira e até acontecimentos traumáticos podem contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de transtornos mentais”, explica Helena.A especialista destaca ainda a importância do diagnóstico adequado e do acesso facilitado ao cuidado especializado. “Estabelecer um diagnóstico é um passo fundamental para oferecer um tratamento assertivo. Nem sempre esse diagnóstico será definitivo, porque os quadros psiquiátricos podem evoluir ao longo do tempo, mas compreender o que está acontecendo permite direcionar as melhores estratégias terapêuticas para cada pessoa. Sem essa avaliação qualificada, o tratamento pode acabar sendo conduzido sem a precisão necessária”, afirma.Na avaliação de Maria Angélica, o diagnóstico deve ser feito de forma individualizada. “Precisamos evitar transformar qualquer tristeza, preocupação ou dificuldade da vida em transtorno. O diagnóstico deve ser clínico e individualizado, considerando duração, intensidade, contexto e prejuízo funcional”, ressalta. Experiência inovadora amplia o acesso de clientes ao cuidado em saúde mentalDiante desse cenário, a Unimed-BH desenvolveu uma jornada digital de cuidado em saúde mental baseada em coordenação assistencial. A iniciativa organiza o percurso do cliente desde a identificação inicial dos sintomas até o acompanhamento clínico, ampliando o acesso aos serviços especializados sem perder de vista a qualidade, a segurança e a resolutividade do cuidado.Ao apresentar uma demanda de saúde mental, o cliente realiza uma autotriagem digital baseada em escalas clínicas reconhecidas internacionalmente para avaliação de sintomas depressivos e ansiosos. A partir dessa análise, os pacientes são estratificados por grau de risco e direcionados ao cuidado mais adequado, evitando que pessoas com necessidades distintas percorram o mesmo fluxo assistencial.A jornada integra recursos digitais e acompanhamento clínico contínuo, incluindo teleconsultas, teleinterconsultas entre profissionais, telemonitoramento multiprofissional e seguimento estruturado após as consultas. O resultado é uma assistência ainda mais coordenada, ágil e centrada no paciente.Desde a implantação, o modelo assistencial já contabilizou cerca de 65 mil triagens e mais de 50 mil consultas realizadas. O acompanhamento permitiu que 54% dos pacientes fossem atendidos pela Atenção Primária, enquanto 46% foram direcionados para a psiquiatria, promovendo melhor utilização dos recursos especializados e reduzindo gargalos assistenciais.Segundo Helena, a telemedicina tem desempenhado um papel importante na ampliação do acesso à assistência em saúde mental. “A consulta online encurtou a distância entre o paciente e o profissional capacitado para realizar esse acolhimento. Onde existe acesso à internet, existe a possibilidade de receber atendimento em saúde mental. Isso é especialmente relevante em localidades que não contam com especialistas. Além disso, os recursos digitais permitem manter o acompanhamento com o mesmo médico ao longo do tratamento, fortalecendo o vínculo e a continuidade do cuidado”, conclui.A solução vem contribuindo para uma melhor experiência do cliente, reduzindo problemas de acesso e refletindo ganhos importantes em satisfação. O NPS - Net Promoter Score do serviço é superior a 90 pontos, o que reflete a percepção positiva dos usuários.Para especialistas em gestão da saúde, iniciativas como essa se alinham às recomendações internacionais da OMS e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que defendem a ampliação do acesso aos cuidados em saúde mental, o uso de tecnologias digitais e o fortalecimento de modelos preventivos.A experiência da Unimed-BH demonstra que inteligência assistencial, coordenação do cuidado e tecnologia podem atuar de forma integrada para transformar dados em decisões clínicas mais assertivas, ampliar o acesso à assistência especializada e gerar valor para pacientes, profissionais e sistemas de saúde. Para além da inovação digital, trata-se de um modelo de assistência que responde a uma das principais demandas da saúde contemporânea: oferecer atendimento mental de forma oportuna, sustentável e baseada em evidências.


Setembro Amarelo reforça urgência de ampliar o cuidado com a saúde mental

Jornada desenvolvida pela Unimed-BH para assistência em saúde mental combina triagem digital, acompanhamento multiprofissional e coordenação do cuidado.

 

O mês de setembro, marcado pela campanha "Setembro Amarelo" de conscientização sobre saúde mental e valorização da vida, amplia o debate sobre um dos principais desafios da atualidade para a sociedade. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas convivem com algum transtorno mental no mundo, sendo a ansiedade e a depressão as condições mais prevalentes. Além dos impactos na qualidade de vida, esses transtornos também geram reflexos econômicos significativos, com perdas estimadas em US$ 1 trilhão por ano em produtividade global.

               Para a cooperada da Psiquiatria e membro da Saúde Digital da Unimed-BH, Maria Angélica Rios, o cenário exige atenção, mas também cuidado para que o sofrimento emocional não seja automaticamente associado a um transtorno. “Ansiedade, tristeza, luto, frustração e estresse fazem parte da experiência humana. A preocupação surge quando esses estados são persistentes, intensos ou começam a comprometer a vida pessoal, profissional, os relacionamentos ou o autocuidado”, explica.

               No Brasil, o tema ganhou ainda mais evidência com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passou a incluir expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). A mudança reforça a responsabilidade das organizações na identificação, avaliação e mitigação de fatores que possam contribuir para o adoecimento mental dos trabalhadores, como sobrecarga, pressão excessiva, assédio e falhas organizacionais.

Para a médica cooperada Helena Soares de Souza Santos, especialista em Medicina de Família e Comunidade e membro da equipe de Saúde Digital da Unimed-BH, os fatores que contribuem para o adoecimento mental são múltiplos e envolvem aspectos biológicos, emocionais, sociais e relacionados ao trabalho. “Quando falamos em saúde mental, é importante lembrar que o cérebro coordena todo o funcionamento do corpo. Por isso, cuidar da saúde mental é também cuidar da saúde como um todo. Hoje, observamos que fatores como sobrecarga de trabalho, estresse crônico, dificuldades nos relacionamentos, isolamento social, insegurança financeira e até acontecimentos traumáticos podem contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de transtornos mentais”, explica Helena.

A especialista destaca ainda a importância do diagnóstico adequado e do acesso facilitado ao cuidado especializado. “Estabelecer um diagnóstico é um passo fundamental para oferecer um tratamento assertivo. Nem sempre esse diagnóstico será definitivo, porque os quadros psiquiátricos podem evoluir ao longo do tempo, mas compreender o que está acontecendo permite direcionar as melhores estratégias terapêuticas para cada pessoa. Sem essa avaliação qualificada, o tratamento pode acabar sendo conduzido sem a precisão necessária”, afirma.

Na avaliação de Maria Angélica, o diagnóstico deve ser feito de forma individualizada. “Precisamos evitar transformar qualquer tristeza, preocupação ou dificuldade da vida em transtorno. O diagnóstico deve ser clínico e individualizado, considerando duração, intensidade, contexto e prejuízo funcional”, ressalta.

 

Experiência inovadora amplia o acesso de clientes ao cuidado em saúde mental

Diante desse cenário, a Unimed-BH desenvolveu uma jornada digital de cuidado em saúde mental baseada em coordenação assistencial. A iniciativa organiza o percurso do cliente desde a identificação inicial dos sintomas até o acompanhamento clínico, ampliando o acesso aos serviços especializados sem perder de vista a qualidade, a segurança e a resolutividade do cuidado.

Ao apresentar uma demanda de saúde mental, o cliente realiza uma autotriagem digital baseada em escalas clínicas reconhecidas internacionalmente para avaliação de sintomas depressivos e ansiosos. A partir dessa análise, os pacientes são estratificados por grau de risco e direcionados ao cuidado mais adequado, evitando que pessoas com necessidades distintas percorram o mesmo fluxo assistencial.

A jornada integra recursos digitais e acompanhamento clínico contínuo, incluindo teleconsultas, teleinterconsultas entre profissionais, telemonitoramento multiprofissional e seguimento estruturado após as consultas. O resultado é uma assistência ainda mais coordenada, ágil e centrada no paciente.

Desde a implantação, o modelo assistencial já contabilizou cerca de 65 mil triagens e mais de 50 mil consultas realizadas. O acompanhamento permitiu que 54% dos pacientes fossem atendidos pela Atenção Primária, enquanto 46% foram direcionados para a psiquiatria, promovendo melhor utilização dos recursos especializados e reduzindo gargalos assistenciais.

Segundo Helena, a telemedicina tem desempenhado um papel importante na ampliação do acesso à assistência em saúde mental. “A consulta online encurtou a distância entre o paciente e o profissional capacitado para realizar esse acolhimento. Onde existe acesso à internet, existe a possibilidade de receber atendimento em saúde mental. Isso é especialmente relevante em localidades que não contam com especialistas. Além disso, os recursos digitais permitem manter o acompanhamento com o mesmo médico ao longo do tratamento, fortalecendo o vínculo e a continuidade do cuidado”, conclui.

A solução vem contribuindo para uma melhor experiência do cliente, reduzindo problemas de acesso e refletindo ganhos importantes em satisfação. O NPS - Net Promoter Score do serviço é superior a 90 pontos, o que reflete a percepção positiva dos usuários.

Para especialistas em gestão da saúde, iniciativas como essa se alinham às recomendações internacionais da OMS e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que defendem a ampliação do acesso aos cuidados em saúde mental, o uso de tecnologias digitais e o fortalecimento de modelos preventivos.

A experiência da Unimed-BH demonstra que inteligência assistencial, coordenação do cuidado e tecnologia podem atuar de forma integrada para transformar dados em decisões clínicas mais assertivas, ampliar o acesso à assistência especializada e gerar valor para pacientes, profissionais e sistemas de saúde. Para além da inovação digital, trata-se de um modelo de assistência que responde a uma das principais demandas da saúde contemporânea: oferecer atendimento mental de forma oportuna, sustentável e baseada em evidências.