quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Abaixo-assinado Apoio incondicional à Juíza da Comarca de Pirapora, Dra. Arlete Aparecida da Silva Coura

Foi criado um abaixo assinado (aqui), através da Petição Pública online - www.peticaopublica.com.br, em solidariedade a juíza da Comarca de Pirapora, Dra. Arlete Aparecida da Silva Coura, que vem sendo achincalhada por aquele que achavam que eram donos do mundo e nada aconteciam com eles. Veja a petição abaixo e compartilhe com esta ideia.
Para: Ao Excelentíssimo Senhor Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, Desembargador Joaquim Herculano Rodrigues.
Os Cidadãos abaixo-assinados, brasileiros, residentes e domiciliados na Cidade de Pirapora-MG, os Filhos e Amigos de Pirapora que residem fora de Pirapora, com o mais profundo respeito e acatamento, à vista do fato de que as facções políticas envolvidas com o ex-prefeito Warmillon Fonseca Braga estão se movimentando para solicitar deste Egrégio Tribunal a saída da ilustre Juíza Arlete Aparecida da Silva Coura que responde pelas Varas Criminal e Eleitoral de Pirapora/MG e a suspeição dela nos processos criminais que apuram a corrupção em Pirapora.
O nosso propósito é o de prestar a este Tribunal, na pessoa de Vossa Excelência, o nosso testemunho pela coragem da ilustre e honrada Juíza no combate à corrupção no nosso município.
A simples leitura das notícias divulgadas pela mídia nos dá consciência do desmando que foi a administração do referido ex-prefeito de Pirapora.
Nunca é despiciendo informar a este Egrégio Tribunal que a cidade de Pirapora não corrobora a atitude dos que querem desmerecer a digna Juíza, que apenas cumpre o seu dever funcional e constitucional de aplicar a lei.
Pirapora, senhor Presidente, está ao lado da Justiça.
Pirapora-MG, 31 de julho de 2013.
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N42959
Esta petição serve também para intimidar as astúcias do ex-prefeito de Montes Claros, que estava foragido e procurado internacionalmente, por causa da corrupção desenfreada que cometeu aos cofres públicos de Montes Claros, e ela foi a única juíza que teve a coragem de mandá-lo para trás das grades, mas infelizmente, um tal desembargador preferiu tapar o sol com a peneira e livrar o gatuno da prisão. Por enquanto...
“A pacificação social é um dos fins da jurisdição”

Juíza Arlete Aparecida da Silva Coura
A juíza Arlete Aparecida da Silva Coura, natural de Curvelo (Norte de Minas), ingressou na magistratura em fevereiro de 2006. Formou-se em Direito pela Faculdade de Sete Lagoas. Cooperou na comarca de Itabira por seis meses e, respondeu pela Vara Única de Pedra Azul (Vale do Jequitinhonha). Tem experiência como servidora do Ministério Público e defensora pública. Segundo a magistrada, assim que formou, logo decidiu que não queria seguir a advocacia, mas prestar concurso público. Assim, deu início a um longo caminho de preparação. Durante esta trajetória, que perdurou seis anos, interessou por outras carreiras, mas somente após descobrir que apenas seria feliz se pudesse, efetivamente, resolver os conflitos que afligem as pessoas, é que a magistratura surgiu como objetivo.
O trabalho como servidora do Ministério Público foi de extrema importância para sua formação profissional e, até mesmo, para seu amadurecimento como pessoa. Segundo ela, foi durante os mais de cinco anos em que trabalhou na Promotoria de Justiça de Curvelo que apaixonou pelo Direito e teve certeza de que era possível obter aprovação em um concurso público de tamanha envergadura, como é o concurso para ingresso na magistratura mineira.
“Já a Defensoria Pública foi uma bênção em minha vida. A aprovação no concurso público surgiu no momento exato em que precisava de mudança. Exerci a função por apenas nove meses, tempo suficiente para conhecer de perto os anseios dos menos favorecidos com relação ao Poder Judiciário”.

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