Diferentes Stillus
O que tem haver o roubo da merenda de SP e o helicóptero de cocaína?
A máfia da merenda em São Paulo não é nenhuma novidade para o povo mineiro. O próprio governador Geraldo Alckmin (PSDB), tem toda razão quando disse que “esta é uma quadrilha que começou atuando em outros estados e chegou em São Paulo”.
De fato, esta máfia da merenda de São Paulo se propalou em Montes Claros, na corrupta gestão do ex-prefeito Luiz Tadeu Leite (PMDB), quando ele firmou parceria com a empresa Stillus Alimentação, de propriedade do ex-presidente do Cruzeiro Esporte Clube, Alvimar de Oliveira Costa, conhecido como Alvimar Perrella, que culminou na Operação Laranja com Pequi, da Polícia Federal, onde prendeu várias pessoas, menos Tadeu Leite e Avilmar Perrela.
Avilmar Perrela é irmão do senador Zezé Perrela (PDT), dono do helicóptero que foi apreendido com 445 kg de pasta-base de cocaína, em novembro de 2013. E Tadeu Leite é pai do Tadeu Martins Leite, afilhado e protegido do vice-governador de Minas Gerais, Antônio Andrade.
Na época, de acordo com as investigações, as fraudes da empresa de Alvimar Perrella eram promovidas no âmbito do governo de Antônio Anastasia, através das secretarias de Estado de Defesa Social, de Administração e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG). Além da Prefeitura de Montes Claros. A empresa de Alvimar também fornecia alimentação para órgãos públicos na Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Tocantins e Mato Grosso.
Operação Laranja com Pequi
O nome da operação foi uma referência à presença de “laranjas” em diversas empresas de alimentação industrial e ao pequi, fruto típico de Montes Claros, no Norte de Minas, principal cidade afetada pelos golpes.
Depois das denúncias do Jornal Daqui, que por falar as verdades chegou a ser censurado por um juiz de Montes Claros, amigo do ex-prefeito e que tinha mulher e irmão ocupando cargo de confiança na Prefeitura, o Ministério Público estadual (MPE) deflagrou a Operação Laranja com Pequi para desbaratar fraudes em licitação no valor de R$ 166 milhões para o fornecimento de quentinhas (marmitas) em presídios mineiros e R$ 19 milhões para merenda escolar em Montes Claros. De acordo com as investigações pelo menos um terço dos valores das quentinhas (eram fornecidas em média 44.659 por dia), cerca de R$ 55,3 milhões, era desviado por meio de superfaturamento ou fornecimento de alimentação de baixa qualidade. Na época, foram presos os sócios de Avilmar Perrella e de outras seis empresas do ramo de alimentação industrial, algumas em nome de laranjas, que atuavam em conluio nos processos licitatórios, secretários e servidores municipais, o vereador de Montes Claros Athos Mameluque (PMDB) e o dirigente do time de vôlei de Montes Claros, Vitor Felipe Oliveira, conhecido como Vitão do Vôlei.
Avilmar Perrela é irmão do senador Zezé Perrela (PDT), dono do helicóptero que foi apreendido com 445 kg de pasta-base de cocaína, em novembro de 2013. E Tadeu Leite é pai do Tadeu Martins Leite, afilhado e protegido do vice-governador de Minas Gerais, Antônio Andrade.
Na época, de acordo com as investigações, as fraudes da empresa de Alvimar Perrella eram promovidas no âmbito do governo de Antônio Anastasia, através das secretarias de Estado de Defesa Social, de Administração e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG). Além da Prefeitura de Montes Claros. A empresa de Alvimar também fornecia alimentação para órgãos públicos na Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Tocantins e Mato Grosso.
Operação Laranja com Pequi
O nome da operação foi uma referência à presença de “laranjas” em diversas empresas de alimentação industrial e ao pequi, fruto típico de Montes Claros, no Norte de Minas, principal cidade afetada pelos golpes.
Depois das denúncias do Jornal Daqui, que por falar as verdades chegou a ser censurado por um juiz de Montes Claros, amigo do ex-prefeito e que tinha mulher e irmão ocupando cargo de confiança na Prefeitura, o Ministério Público estadual (MPE) deflagrou a Operação Laranja com Pequi para desbaratar fraudes em licitação no valor de R$ 166 milhões para o fornecimento de quentinhas (marmitas) em presídios mineiros e R$ 19 milhões para merenda escolar em Montes Claros. De acordo com as investigações pelo menos um terço dos valores das quentinhas (eram fornecidas em média 44.659 por dia), cerca de R$ 55,3 milhões, era desviado por meio de superfaturamento ou fornecimento de alimentação de baixa qualidade. Na época, foram presos os sócios de Avilmar Perrella e de outras seis empresas do ramo de alimentação industrial, algumas em nome de laranjas, que atuavam em conluio nos processos licitatórios, secretários e servidores municipais, o vereador de Montes Claros Athos Mameluque (PMDB) e o dirigente do time de vôlei de Montes Claros, Vitor Felipe Oliveira, conhecido como Vitão do Vôlei.
Luiz Tadeu Leite foi procurado até pela Interpol
O ex-prefeito de Montes Claros, Luiz Tadeu Leite, do PMDB, ainda não apareceu na cidade depois das dezenas de irregularidades cometidas contra os cofres públicos de Montes Claros, onde sua administração roubou até a merenda das crianças, conforme denúncias do Ministério Público e da Polícia Federal. Por isso, ele teve até prisão decretada pela juíza da comarca de Pirapora, Arlete Aparecida da Silva Coura, tendo que soverter para Miami para não ir para o xilindró, onde foi procurado pela International Criminal Police Organization (Interpol) e até hoje não mostrou sua cara. Mas sua prisão está com os dias contados, segundo os comentários na cidade, para acabar de vez que esta história que Tadeu faz tudo e nada acontece com ele.
Laranja com pequi
Recentemente, o Ministério Público denunciou o ex-presidente do Cruzeiro, Alvimar de Oliveira Costa, mais conhecido como Alvimar Perrella e outras 17 pessoas pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, fraude processual, fraude em licitação, formação de cartel e lavagem de dinheiro. Porém, ninguém entendeu porque o MP não divulgou o nome das 17 pessoas que foram apontadas como participantes do esquema. Provavelmente, uma delas é o ex-prefeito Tadeu Leite, já que a casa caiu para Alvimar, justamente após a operação “Laranja com pequi”, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em junho de 2012, apontando que a organização criminosa aumentava os lucros de seu negócio com a entrega de seu produto com qualidade e quantidade inferior àquela prevista em contrato. Não custa lembrar que a administração de Tadeu Leite “superfaturou” a merenda escolar no município de Montes Claros, que custava R$ 2 milhões na gestão de Athos Avelino, e "entregou" para a empresa Stillus, de Alvimar Perrella, no valor de R$ 13 milhões, denunciado na época pelo jornal Daqui.
Recentemente, o Ministério Público denunciou o ex-presidente do Cruzeiro, Alvimar de Oliveira Costa, mais conhecido como Alvimar Perrella e outras 17 pessoas pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, fraude processual, fraude em licitação, formação de cartel e lavagem de dinheiro. Porém, ninguém entendeu porque o MP não divulgou o nome das 17 pessoas que foram apontadas como participantes do esquema. Provavelmente, uma delas é o ex-prefeito Tadeu Leite, já que a casa caiu para Alvimar, justamente após a operação “Laranja com pequi”, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em junho de 2012, apontando que a organização criminosa aumentava os lucros de seu negócio com a entrega de seu produto com qualidade e quantidade inferior àquela prevista em contrato. Não custa lembrar que a administração de Tadeu Leite “superfaturou” a merenda escolar no município de Montes Claros, que custava R$ 2 milhões na gestão de Athos Avelino, e "entregou" para a empresa Stillus, de Alvimar Perrella, no valor de R$ 13 milhões, denunciado na época pelo jornal Daqui.
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