Uma questão de ordem burocrática impediu a instalação do canteiro de obras: uma empresa do Paraná, a Casa Alta, ganhou a licitação para construir as creches em todo o país, mas desistiu por falta de logística e estrutura para tocar as frentes do projeto em vários estados da federação.
O FNDE decidiu então autorizar os municípios a fazer novas licitações para tentar destravar as obras e erguer as creches, anunciadas pela presidente Dilma Rousseff ainda no início do seu primeiro mandato. O governo esperava erguer seis mil creches, mas só conseguiu construir pouco mais de um décimo da meta.
Segundo o FNDE, as prefeituras que optarem por fazer novas licitações pode escolher entre dois novos modelos de construções, já que as creches são pré-moldadas. Em Montes Claros, o prefeito Ruy Muniz (PRB) deve licitar 11 unidades, com valor global de R$ 17,03 milhões. As prefeituras não têm previsão de quando as creches estarão prontas. No caso de Manga, há poucas chances de que a segunda Pró-Infância receba crianças ainda em 2016, último ano do mandato do atual prefeito, Anastácio Guedes (PT). A primeira creche do Pró-Infância, batizada de Conto de Fadas, foi entregue em maio de 2011, pelo então prefeito Quinquinha Oliveira (sem partido).
Segundo o FNDE, as prefeituras que optarem por fazer novas licitações pode escolher entre dois novos modelos de construções, já que as creches são pré-moldadas. Em Montes Claros, o prefeito Ruy Muniz (PRB) deve licitar 11 unidades, com valor global de R$ 17,03 milhões. As prefeituras não têm previsão de quando as creches estarão prontas. No caso de Manga, há poucas chances de que a segunda Pró-Infância receba crianças ainda em 2016, último ano do mandato do atual prefeito, Anastácio Guedes (PT). A primeira creche do Pró-Infância, batizada de Conto de Fadas, foi entregue em maio de 2011, pelo então prefeito Quinquinha Oliveira (sem partido).
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