Os vereadores se preparavam para aprovar elevação nos salários para o próximo mandato, mas foram surpreendidos com reação popular comandada por uma empresária da cidade e foram obrigados a recuar. O fato chamou a atenção do país e tem inspirado movimentos parecidos nas redes sociais.
Embora ainda incipientes, começam a surgir iniciativas do tipo em cidades do Norte de Minas. Uma delas em Montes Claros, onde os vereadores têm sido instados a incorporar proposta que reduz os atuais salários de R$ 14 mil para pouco menos de mil reais. Reduzir os salários do vereadores de forma tão drástica teria o efeito prático de reduzir a disputa por uma vaga na Câmara local, mas o contribuinte e eleitor não pode contar com isso.
O projeto tem chances perto de zero de ir adiante, mas já tem pelo menos um mérito: pode impedir que prospere a onda de reajustes nos salários dos agentes políticos, que estava pronta para ir a voto em vários municípios do país. É que a legislação prevê que aumento de salários para vereadores, além de prefeito e vice, devam ser votadas em uma legislatura para vigorar na seguinte.
Embora ainda incipientes, começam a surgir iniciativas do tipo em cidades do Norte de Minas. Uma delas em Montes Claros, onde os vereadores têm sido instados a incorporar proposta que reduz os atuais salários de R$ 14 mil para pouco menos de mil reais. Reduzir os salários do vereadores de forma tão drástica teria o efeito prático de reduzir a disputa por uma vaga na Câmara local, mas o contribuinte e eleitor não pode contar com isso.
O projeto tem chances perto de zero de ir adiante, mas já tem pelo menos um mérito: pode impedir que prospere a onda de reajustes nos salários dos agentes políticos, que estava pronta para ir a voto em vários municípios do país. É que a legislação prevê que aumento de salários para vereadores, além de prefeito e vice, devam ser votadas em uma legislatura para vigorar na seguinte.
Em Manga, por exemplo, os vereadores discutiam, nos bastidores, proposta de elevação dos atuais vencimentos de R$ 5,9 mil para pouco mais de R$ 7 mil – a título de correção monetária que recuperasse as perdas dos últimos quatro anos. Tudo indica que não exista clima para que a medida vá a plenário, agora que o país vive crise econômica de efeitos ainda não dimensionados. Mas nunca se sabe. O assunto tem sido debatido em reuniões internas da Casa, aquelas sem a presença do público, mas não avançou porque nenhum dos nove vereadores do município topou assumir a paternidade da ideia. A conferir.
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