A Prefeitura de São Francisco confirmou mais quatro casos de coronavírus e subiu para onze o número de testes positivos na cidade. Um dos pacientes, de 67 anos, faz hemodiálise e está entubado no Hospital de Brasília de Minas; os outros apresentaram sintomas leves e estão em isolamento domiciliar.
Segundo informações do Comitê de Combate à Covid-19, essas três pessoas que cumprem quarentena são: o porteiro do Hospital de São Francisco, de 38 anos, a filha dele, de 19, e a mãe de um dos profissionais de saúde, diagnosticados com a doença; ela tem 56 anos. O porteiro é filho de um idoso, de 75 anos, que faleceu no hospital no Hospital de Brasília de Minas no dia 22 de abril.
O município já havia confirmado que dois pacientes da hemodiálise e três profissionais da saúde estavam infectados, além de duas mortes.
Em nota, a Gerência Regional de Saúde de Januária informou ao G1 que 31 profissionais da saúde que atuam diretamente no transporte de pacientes da hemodiálise e funcionários do Samu de São Francisco estão sendo testados. Os testes rápidos chegaram no dia 30 de abril e já foram realizados em Brasília de Minas.
De acordo com o Comitê de Combate à Covid-19, 15 profissionais fizeram o exame nessa segunda-feira (4) e todos testaram negativo.
Confira a cronologia dos casos anteriores
No dia 20 de abril, a Prefeitura de Brasília de Minas confirmou que quatro pacientes da hemodiálise testaram positivo. Dois são moradores de São Francisco.
Na mesma data, a Prefeitura de São Francisco confirmou a morte de um idoso, de 75 anos. Ele era hipertenso e faleceu no hospital da cidade no dia 17 de abril.
No dia 27 de abril, o comitê de Combate à Covid-19 divulgou os dois casos positivos de profissionais da saúde e a segunda morte. O paciente tinha 75 anos e faleceu no Hospital de Brasília de Minas no dia 22 de abril.
No dia 4 de maio, o Secretário Municipal de Saúde confirmou que outra profissional testou positivo e subiu para sete o número de casos. Ela já estava em isolamento domiciliar após atender um paciente diagnosticado com a doença.
Por Marina Pereira, G1 Grande Minas
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