
O superintendente regional da Emater Ricardo Demichelli
O impasse entre a Prefeitura de Montes Claros e o Estado está impedindo que vários pequenos produtores rurais possam renovar os contratos do Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf), nesse ano. É porque eles precisam da Declaração de Aptidão ao Programa e não estão conseguindo. São mais de dois mil pronafianos que precisam renovar os seus contratos. Quem é filiado do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, pode obter o documento a ser apresentado aos bancos. Os outros perderão a fonte de renda. Na manhã de ontem, um grupo de produtores foi ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Montes Claros pedir ajuda, mas sem sucesso.
O superintendente regional da Emater, Ricardo Peres Demichelli explica que as negociações com a prefeitura de Montes Claros foram retomadas, quando se assinou nova proposta, onde o município repassará R$ 22.089 mil por mês para a Emater manter o escritório em funcionamento, totalizando R$ 265.068 mil por ano. Os sete meses de atraso serão divididos em doze parcelas. O contrato foi encaminhado à prefeitura para ser assinado. Porém, ainda, não ocorreu a devolução à Emater. Atualmente, os técnicos da Emater em Montes Claros estão atendendo apenas aos projetos especiais, que foram conveniados com o Estado e União.
Com a persistência da prefeitura em manter o impasse, 753 famílias que esperam os títulos de regularização fundiária rural não puderem receber o beneficio, aguardando uma decisão. As famílias que se credenciaram ao ‘Programa Garantia Safra’ precisam do laudo de perdas para requerer o pagamento do seguro agrícola, mas, estão sem acesso. O ‘Programa Brasil Sem Miséria’, que atende 1.730 famílias, com direito a R$ 2,4 mil a fundo perdido, também está prejudicado. Com ele, os beneficiados ficam aptos ao Agroamigo, do Banco do Nordeste e depois ao Pronaf e foram prejudicados.
O superintendente regional da Emater, Ricardo Peres Demichelli explica que as negociações com a prefeitura de Montes Claros foram retomadas, quando se assinou nova proposta, onde o município repassará R$ 22.089 mil por mês para a Emater manter o escritório em funcionamento, totalizando R$ 265.068 mil por ano. Os sete meses de atraso serão divididos em doze parcelas. O contrato foi encaminhado à prefeitura para ser assinado. Porém, ainda, não ocorreu a devolução à Emater. Atualmente, os técnicos da Emater em Montes Claros estão atendendo apenas aos projetos especiais, que foram conveniados com o Estado e União.
Com a persistência da prefeitura em manter o impasse, 753 famílias que esperam os títulos de regularização fundiária rural não puderem receber o beneficio, aguardando uma decisão. As famílias que se credenciaram ao ‘Programa Garantia Safra’ precisam do laudo de perdas para requerer o pagamento do seguro agrícola, mas, estão sem acesso. O ‘Programa Brasil Sem Miséria’, que atende 1.730 famílias, com direito a R$ 2,4 mil a fundo perdido, também está prejudicado. Com ele, os beneficiados ficam aptos ao Agroamigo, do Banco do Nordeste e depois ao Pronaf e foram prejudicados.
Com Jornal Gazeta
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