quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Prisco discute com o Governo melhorias para os policiais na estrutura de trabalho e integração dos demitidos Bahia


  Postado por Anacley Souza - 21/09 00:48h
As Policias Militar e Civil da Bahia discutem com o Governo melhorias na estrutura de trabalho além de outras reivindicações. De acordo com o presidente da Associação dos Delegados da Polícia do Estado da Bahia (ADPEB), Fábio Lordello, a decisão está ligada à ausência de autonomia investigativa da corporação com relação à Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP). Em assembleia realizada no último dia 12 de setembro os delegados de Polícia Civil da Bahia decidiram pela entrega dos cargos caso o governo não cumpra as exigências da categoria. Em contato com uma emissora de rádio, Marcos Prisco, Presidente da ASPRA (Associação de Policiais e Bombeiros) da Bahia, aponta que o município de Santo Antônio de Jesus, no recôncavo baiano, sofre com contingente efetivo insuficiente para atender a cidade e região assim como defasagem de materiais para manter a segurança dos policiais. Marcos Prisco ressaltou ainda que os índices de violência contra Policiais Militares chegam a números alarmantes, “a Bahia superou estes números. Não vemos uma segurança a favor dos servidores”, colocou. Entre as reivindicações, o acordo do movimento reivindicatório de 2014 está sendo debatido e segundo Prisco, o Governo da Bahia supriu apenas metade do trato, “apenas uma pequena parte do acordo foi cumprida, que são as gratificações GAP4 e GAP5”, salientou. O auxilio transporte, insalubridade, plano de carreira além da integração de Policiais demitidos por participarem do movimento grevista”, concluiu.

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